Sacolas plásticas insensatez e desrespeito ao consumidor ou cliente

           Consumidor, segundo o dicionário é aquele que compra para seu uso e não para revender, algumas publicações definem consumidor como sinônimo de cliente. Para o marketing, o consumidor é aquele que adquire bens sem estabelecer um vínculo comercial a longo prazo com a empresa, restringindo-se ao atendimento das suas necessidades no momento da compra. Por exemplo: pessoas atraídas por uma ação promocional, ou seja,foi atraído pelo preço, não existindo qualquer garantia de fidelidade em compras futuras.

            Já o que caracteriza o cliente é o caráter de habitualidade de comprar em uma mesma empresa ou supermercado. É o antigo freguês: aquele que compra, volta e, ainda, recomenda o produto ou a empresa ou o supermercado. A relação do cliente com a empresa é de longo prazo.

            Um consumidor pode se transformar em cliente e um dos objetivos do marketing e do estudo do comportamento do consumidor é exatamente de tentar fidelizá-los, transformando-os em clientes

            Seguir essas regras básicas de marketing é ter bom senso com relação ao seu cliente ou consumidor, é um conceito usado na argumentação ligado às noções de sabedoria e de razoabilidade que define a capacidade média que uma pessoa tem de se adequar a regras e costumes em determinados momentos, para poder fazer bons julgamentos e escolhas.

            Para Aristóteles, o bom senso é “elemento central da conduta ética, uma capacidade virtuosa de achar o meio termo e distinguir a ação correta, o que é em termos mais simples, nada mais que bom senso”.

            A atual situação dos supermercados em relação a não fornecer sacolas plásticas, aos seus clientes, e ou consumidores, alem de ser gananciosa é também de ter pouca visão de marketing de negócio, e nenhuma criatividade.

            Normalmente os fornecedores dos produtos vendidos em supermercados fornecem essas sacolas ou pagam parte delas com suas propagandas estampadas nestas sacolas, sejam elas recicláveis, retornáveis ou descartáveis.

            Mas, aí é que entra a insensatez; os sacos de lixos que são vendidos pelos próprios supermercados, não fazem o mesmo efeito no meio ambiente? e as embalagens plásticas dos produtos de limpeza, de cosméticos e perfumes, dos refrigerantes, dos produtos, peças e partes de peças e ou produtos, fabricados de plásticos, tais como, computadores celulares, televisores, veículos, tomadas elétricas, utilidades domésticas, mesas cadeiras, etc.

                        Já existe no mercado uma série de produtos plásticos feitos a partir de creme de milho. Além de apresentar ótima durabilidade, esses artigos se decompõem na natureza muito mais rápido do que o plástico tradicional de petróleo.

            São feitos do mais puro creme do milho, o bioplástico. As vantagens são muitas: têm ótima durabilidade, podem ir ao micro-ondas e máquina de lavar louça e, quando são descartados na natureza, se degradam rápido, coisa de quatro a seis meses, contra quase um século do tradicional plástico de petróleo. Já dá para encontrar outros objetos de bioplástico, como celulares.

            Outro ponto é que, o custo das sacolas já está embutido nos preço dos produtos e agora os supermercados estão vendendo sacolas biodegradáveis ou ecológicas a preços exorbitantes para um produto que irá contribuir com o meio ambiente.

            Nós como consumidores ou clientes desrespeitados, pelos supermercados, pelos governos, pelos fabricantes dos produtos que utilizamos ou consumimos, como iremos reagir?. Faremos nossas compras mensais, carregando nas mãos ou em caixas de produtos químicos contaminados, fornecidos pelos supermercados ou pagaremos pelas sacolas de alto preço? Daremos preferência aos minimercados de bairros perto de nossas residências, comprando somente o necessário para a semana, que ainda fornecem alguns benefícios, tais como entrega das compras ou fornecimento de sacolas para idosos, deficientes e clientes cativos?

            O comportamento do consumidor ou cliente está mudando, está mais exigente, mais educado financeiramente, poderão deixar de comprar produtos básicos de consumo nos grandes supermercados e comprar em pequenas quantidades, distribuindo ou diluindo seus gastos com alimentação e limpeza durante o mês e não mais fazendo a compra do mês, onde aliviará seu cartão de crédito.

            Aquelas compras eventuais que fazemos na hora do almoço perto ou dentro dos supermercados, não faremos mais, pois não iremos levar nas mãos três ou cinco produtos que levaríamos nas sacolas; insensatez ou falta de visão dos supermercados?

            No Código de Defesa do Consumidor LEI N.º 8.078, de 11/09/1990, na SEÇÃO IV – DAS PRÁTICAS ABUSIVAS Art. 39 diz: - É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços:

I – condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço,(obrigando você a comprar sacolas), bem como, sem justa causa, a limites quantitativos;

II – recusar atendimento às demandas dos consumidores, na exata medida de suas disponibilidades de estoque, e, ainda, de conformidade com os usos e costumes;(fornecer sacolas tornou-se usos e costumes do cliente ou consumidor)

IV – prevalecer-se da fraqueza ou ignorância do consumidor, tendo em vista sua idade, saúde, conhecimento ou condição social, para impingir-lhe seus produtos ou serviços;(consumidor ou cliente geralmente são idosos, em consequência doente, pobre e com pouca instrução escolar e de negócios).

V – exigir do consumidor vantagem manifestamente excessiva;(vender sacolas que antes eram gratuitas ou exigir que levem os produtos nas mãos ou em caixas comprometedoras para a saúde).

X – elevar sem justa causa o preço de produtos ou serviços;(não reduzir os preços dos produtos onde o custo das sacolas estava embutido e ainda elevar os preços das sacolas vendidas é uma prática abusiva, conforme código de defesa do consumidor) (o grifo é do autor para salientar o entendimento).

            Nós estamos indefesos e reféns dos supermercados, mas podemos mudar essa situação, pense e exija seus direitos sem desrespeitar como estamos sendo.

Autor: Claudio Raza: E-mail: c.raza@terra.com.br

 

 

Base de Dados é a Base de Tudo – Eduardo Bezerra

Para poder confiar nos dados da sua empresa, controle, acompanhe e, mais importante, estabeleça metas.

Em quantos encontros, reuniões, dentre outras situações você recebeu um relatório e por um momento desconfiou da veracidade dos dados? Pois bem, você não está sozinho! Esta situação é mais comum do que se imagina, independente do tamanho da empresa. A desconfiança proporciona tomada de decisões baseadas no “feeling”, experiência ou outro método empírico.

Para ilustrar a situação acima, imagine que você está dirigindo um automóvel por uma estrada conhecida e de repente uma neblina muito forte aparece, impedindo-o de ter uma visão nítida. A partir do “feeling” e da experiência, você sabe que em algum momento terá que virar à esquerda se não quiser cair num precipício à frente.

GIGANTE PELA PRÓPRIA NATUREZA E LENTO PELO EXCESSO DE FISIOLOGISMO

          Estamos há mais de quarenta e cinco anos com sérios problemas de Gestão Nacional, na área econômica e muito mais na área política; talvez lá em 1964, éramos muito idealistas, influenciados pelos regimes que hoje estão amargando uma estagnação, e vários daquelas idealistas, que lutaram pela liberdade, foram exilados, mas depois do regime militar tiveram a sua oportunidade, aquela tão sonhada de dirigir esse país e pouco ou quase nada conseguiram fazer devido aos entraves existentes nas tomadas de decisões, pois no regime democrático só idealismo filosófico não resolve, tem que fazer parte de um esquema, denominado fisiologismo, clientelismo ou corporativismo, que é um tipo de relação de poder político em que as ações e decisões são tomadas em troca de favores, favorecimentos e outros benefícios a interesses individuais ou de partidos.

CARREIRA E QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO – A era do stresse – Sandra Barros

Porque será que as empresas e o mundo do trabalho estão tão preocupados com sua qualidade de vida?

O discurso recorrente é o de que empresas e pessoas têm que ser competitivas: capazes de fazer a diferença, ser competentes, gerar conhecimento que agregue valor, e inovar, inovar, inovar….

Para isso as empresas (nem todas – somente aquelas classificadas nas melhores práticas, pasmem!) desenvolvem praticas de qualidade de vida no trabalho: tem academia, lugar para os colaboradores tirarem uma soneca, ler um livro, cabeleireiro, plano de carreira com foco nas “reais” motivações daqueles que nelas trabalham, participação nos resultados e/ou lucros, mesas de ping-pong, quadras de tênis, pistas para caminhar, entre outras práticas. Lugares sedutores, e que a maioria acha maravilhosos de se trabalhar. E para aqueles que nelas não trabalham fica a vontade de fazer parte desta 8a. maravilha.

Convergência Tecnológica

Convergência Tecnológica basicamente significa três novas realidades: uma, que é o casamento dos computadores com as telecomunicações; outra, o fato de todas as demais tecnologias (analógicas) estarem cada vez mais convergindo para o computador (de tecnologia digital); e como conseqüência das duas anteriores, a humanidade inteira vem crescentemente convergindo para o computador – uma vez que tudo é baseado nessa tecnologia digital em rede chamada Internet.

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